quinta-feira, novembro 29, 2007

Fichamento – Livro Jornalismo Internacional, João Batista Natali.

Por: Alinne Aquino – estudante de Jornalismo da Faculdade Uninove.



A editorial Jornalismo Internacional é diferente das outras editorias, principalmente nos setores de reclamações e parabenização.

O que é notícia?

E a seleção hierarquica das notícias enviadas pelas agências. As nóticias menos importantes são aquelas que não interessam ao Brasil, por questõe políticas e econômicas porque afetam o país. E assuntos obvios ou que tenha pequena participação na escala de interesses mundiais.


Mortos de 1º Classe

Os críterios jornalísticos valorizam alguns temas. São guerras, eleiçoes nos países vizinhos, epidemias e inesperadas tragédias (queda de um avião).

Numa queda de avião. Para o jornal o mais importante é “o que morreu mais gente”. Mas existe a questão acessibilidade tanto no papel geográfico como político.

Capítulo I

Um pouco de história

E equivoco pensar que o Jornalismo Internacional surgiu no século XIX. Porquê criava-se uma demanda sobre informações específicos e tomou corpo nos EUA rapidamente. Esse seria o primeiro equivoco.O segundo é achar que a nóticia virou mercadorias por causa do capitalismo.

A raiz do Jornalismo Internacional está no renascimento. Na historia da Burguesia Francesa, Füger – pioneiro no jornalismo internacional – banqueiro mais importante so séc XVI é citada na historia do jornalismo e na Enciclopedia Britânica como criador da Newsletter. (Embrião do jornalismo Político e Econômico, voltado para o internacional).

No século XVIII aconteceu a união entre o correio e o jornal.


O Jornalismo nasceu internacional


O Mercantilismo floresceu as folhas de notícias no século XVII. Baseado em informações econômicas e políticas de terras estrangeiras que já circulavam na Suiça, Àustria, Hungria, Inglaterra e França.

Por isso podemos afirmar em 3 etapas, que o jornalismo nasceu internacional. Porque já coletava e difundia notícias produzidas em terras distantes. E em segundo porque a informação era comercializada como instrumento de eficiência e poder. E em terceiro a peridiocidade (Dados recentes)


E lá vem a censura

No século XVII a imprensa independente do governo teve vida curta. No século XVIII a censura foi contestada pela primeira vez. Na Suiça se promulgou a primeira lei sobre a liberdade de expressão.

No final do século XVIII, existia a esfera de notícia internacional utilitária (business) mais o espaço verbal da política e fofoca. O começo do século XIX vingou o nacionalismo como identidade.


O Jornalismo Internacional foi censurado por causa das idéias inovadoras e importadas.
Séculos XIX e XX


No século XIX os jornais de grabde tiragem começava a produzir noticia para um público diferenciado, de burguês até campones.As agências deram viabilidade econômica ao noticiário internacional.


Um pouco de Brasil


A ídeia de jornal no século XIX era diferente do de hoje. Em 1840, vigorou o estilo de jornalismo, chamado Pasquins. O jornalismo internacional foi praticado no Brasil em 1874. Mas existe lacunas na história do jornalismo internacional na imprensa brasileira.

Uma das lacunas é a especialização nasce nas revistas porque existe um grande foco de interesses de grupo bastante numerosos.


Rádio e Televisão

O gênero nasce na Holanda, 1919 com os primeiros boletins informativos, e programas foram ao ar.

No Brasil, o rádio nasce em 1922 no Rio de Janeiro e em 1924 São Paulo.

Em 1941 foi ao ar o primeiro repórter ESSO. A Jovem Pan criou 1972 o boletim diário. 1991, nasce a CBN que aplica all news.



Pensa-se muito pouco no “Outro lado” da informação


Cria-se uma visão homogenizada no plano global.



Cápitulo II

As novas caras do noticiário internacional



Começa o interesse do cidadão pela política internacional. No governo de Getulio Vargas, os jornalistas escreviam nas entrelinhas. “Atirava pedra a um ditador em Unganda para cair bem próxima de todos nós”.A importância do J.I. era grande por causa da falta de liberdade política na Ditadura.


Fim da Guerra Fria


3 formas de comando



1- George Bush (Pai)

O iraque invade o Kwait (1990). Kwait fica desalojado na Guerra do Golfo (1991). Se Moscou (URSS) fosse uma superpotência teria vetado a discussões no conselho de segurança da ONU que aprovou a entrada dos exercitos americanos.



2- Bill Cliton

A ampliação da Aliança Atlantica, OTAN. Entrada da Polônia.

Ajudou a colocar o fim do conflito da ex-Iugoslávia.

Não queria que os conflitos internos (OTAN) acabasse igual ao conflito na Bósnia.



3-George W. Bush (Filho)

Reagiu ao 11 de setembro com a guerra do afeganistão. Depois com a deposição de Saddam Hussein no iraque. Mesmo com a oposição dos menbros do Conselho de segurança França, Russia e China.

A “Doutrina Bush” baseia-se na guerra preventiva. Difere-se da teoria tradicional.





A política internacional: O Jornalismo tem que ter um vasto grau de instrução, pluralismo de fontes, apartidarismo para não se criar a Polarização. Os EUA não são nem mal ou bem.



Um jornalismo mais caro


O custo ficou alto para manter equipes no exterior. O trabalho do J.Inter. ficou por conta da redação. O que exige mais dos redatores da editoria e melhor qualificação.

A internet e a morte do redator

A internet deixou mais tênue a fronteira que eparava redator do repórter. A superinformação na internet, ajuda a fundamentar uma matéria melhor.



Celebridades


As personalidades (políticos, formados, capacitação artistica) foram substituidas por celebridades (fatos pessoais, uma banalidade do jornalismo).


O que mudou o foco das matérias e até dos leitores. As pessoas lembran-se da morte de John Lennon, 1980 e da princesa Diana, 1997. Como fatos “people” do séc XX. E não sabem que o rei britânico Eduardo abdicou o trono em 1936, para casar-se com uma americana. O que envolve a política do Reino Unido.

No Jornalismo Internacional se vende ao “fetiche” da mercadoria cultural. Ou seja, não se importa se a banda toca bem, mas na cor dos olhos da vocalista.



Lewinsky e a não-notícia

Mônica Lewinsky se tornou notícia por causa do fetiche que se criou na modernidade. Roosevelt e Kennedy também tiveram casos extraconjugais e não foram tão especulado pelos jornais.



Capitulo III

Fim das velhas paixões



O jornalismo tinha que deixar a política fora das redações. Nos anos 80, o amor pela historia perdeu sua dimensão militante. Mas a historia e essencial para o jornalismo internacional.


Adeus, Monoglotas!

As informações importantes chegam das agências em espanhol e inglês. O Jornalista tem que ter fluência pelo menos nesses dois idiomas. Ou seja, adotar as línguas como suas.


Reportagem e computador


Os websites possibilitam unir dados para a reportagem. Procurar dados on-line em sites que não aparecem no Google. Mas a consulta aos arquivos diferencia um Jornalista preguiçoso de um eficiente.



Cápitulo IV

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