segunda-feira, agosto 03, 2009

O curioso caso de Benjamin Button


Antes de começar a escrever sobre o filme. Quero abrir uma aspa. Percebi durante esse filme que Eu não distingo o bom do ruim porque acredito no poder das palavras. Posso assistir um filme 'bobo' ou simples e pensar nas coisas em que ele se passa. Ainda mais que querendo ou não os filmes são baseados em escolhas. A nossa vida tem base nas nossas escolhas. São os pequenos detalhes que definem a cor nos meus olhos.

Bom, vamos lá... Spoiler*

O Curioso caso de Benjamin Button: Tanto o filme quanto o livro, o tema central e o Tempo. Ou melhor, a passagem do tempo e a mudança na vida dos seres humanos e inevitável. "Tudo é passageiro e do fim não se escapa.". No filme há uma seqüência que ilustra com propriedade o tema central da história. A cena mostra como uma série de pequenas escolhas e coincidências contribui para provocar um acidente de carro com a amada de Benjamin (Brad Pitt), e que altera o futuro da vida da personagem. A cena explica com perfeição a teoria do caos (Normalmente este efeito é ilustrado com a noção de que o bater das asas de uma borboleta num extremo do globo terrestre, pode provocar uma tormenta no outro extremo no intervalo de tempo de semanas.). A teoria do caos já apareceu em filmes como Efeito Borboleta.
David Fincher dirigiu o “O Curioso Caso de Benjamin Button”, para ser um filme de idéias.
“Benjamin Button” pode ser encarado como uma história de amor impossível que cobre oito décadas. (Eu achei um pouco parecido com o filme Amor nos tempos do Cólera). “Benjamin Button” carrega um tom sombrio e tristonho. Nesse aspecto, o filme se aproxima do "Entrevista com Vampiro", no qual o Brad Pitt interpretou o dramático e semelhante personagem Loui.


******


No meio do filme começou a ficar massante. Ainda mais que achei o livro cômico e o filme è dramático. Levantei e fui fazer pipoca. Voltei e me acomodei na cama, enquanto meu marido roncava, apreciei cada palavra dita por Benjamin. E comecei a pensar... na vida moderna, nas amizades perdidas, na oportunidade jogada fora... Pensei em escolhas boas que fiz. Lembrei de coisas do passado, como ser atropelada e por algum fato antes disso, o motorista estava com pressa passou rápido por mim que só esmagou o meu pé. Que ficou roxo e trincado por uns 2 meses.

Vivemos na teoria do Caos?

E depois disso minha mente não parou... culpa do Filme.

Até os meus próximos passos!


Postar um comentário

Folha.com - Ilustrada - Principal